domingo, 24 de novembro de 2019

ALLEY OOP   1         

ESTADOS UNIDOS         

EDITORA  ANTARCTIC        

1998        




Em formato 17 x 25 , colorido e 28 páginas , lançado em Março de 1998 , nos Estados Unidos.



Brucutú é como é conhecido no Brasil , a personagem Alley Oop, criada por Vincent T. Hamlin, publicado originalmente em 5 de dezembro de 1932, nos Estados Unidos.

O desenhista V. T. Hamlin criou a personagem após ter trabalhado numa campanha publicitária para uma companhia de petróleo texana, ocasião em que teve conhecimento sobre fósseis e a vida primitiva da humanidade. O nome original foi baseado no grito de incentivo dado por ginastas e trapezistas, em francês, ‘’allez oup’’, que pode ser traduzido livremente como ‘’Vamos lá’’.

As tiras de Brucutu foram publicadas por seu criador, desde 1932, por cerca de 40 anos, nos jornais norte-americanos. Inicialmente, as tiras eram diárias, editadas de 5 de dezembro de 1932 a 3 de janeiro de 1933, quando a editora fechou. Mas neste mesmo ano, a 7 de agosto, voltou a ser distribuída para vários jornais, pela NEA a ‘’Newspaper Enterprise Association’’. Alley Oop (Brucutu), era ainda o título das tiras.

A partir de 9 de setembro de 1934 as tiras passaram a ocupar toda uma página das edições dominicais dos jornais que a distribuíam. Durante a II Guerra Mundial este espaço foi reduzido, por conta da economia de papel, para um terço da página.

Em 1971, quando Hamlin aposentou-se, seu assistente Dave Graue assumiu a publicação. Sua última história apareceu a 1 de abril de 1973, um domingo. De seu estúdio na Carolina do Norte Graue continuou produzindo a tira, até sua própria aposentadoria, em agosto de 2001. Ele morreu pouco depois, em 10 de dezembro deste ano, num acidente em que seu carro chocou-se contra um caminhão. As tiras de Brucutu, entretanto, sobreviveram a seus autores, sendo ainda publicadas por Carole Bender (roteiro) e Jack Bender (ilustrador).

Brucutu foi homenageado por um selo postal norte-americano, com valor de 32 cents.

Brucutu é um forte habitante do reino pré-histórico de Mu (no original, Moo) e vivia com seu dinossauro de estimação, Dinny. Carregava sempre um martelo de pedra e vestia apenas um calção de pele, e preferia lutar contra os ferozes dinossauros da selva do que conviver com seus compatriotas na capital de Mu.

Apesar do ambiente pré-histórico, o alvo das tiras era a sátira da vida suburbana estadunidense. As primeiras histórias eram centradas nas aventuras de Brucutu e seu amigo troglodita, Foozy e a namorada Ulla (Ooola, no original), o Rei de Mu Gus (no original Guzzle) e a Rainha Umpateedle e cidadãos diversos. Brucutu e seus camaradas viviam tendo eventuais escaramuças com os habitantes do reino rival de Lem, governado pelo Rei Tunk. (Os nomes Mu e Lem são possivelmente referências aos lendários continentes de Mu e Lemúria).

Para incrementar o enredo, Hamlin introduziu na história, em 5 de abril de 1939, um dispositivo até então incomum - uma máquina do tempo, inventada no século XX pelo cientista dr. Elbert Wonmug , que seria, então, uma paródia com o nome de Albert Einstein, numa versão americana do sobrenome: Ein Stein, para One mug. Vindo para o século XX, Brucutu tornou-se um piloto de testes para o Dr. Wonmug, embarcando por viagens através de vários períodos da História, como o Antigo Egipto, a Inglaterra Arturiana ou o Velho Oeste. Brucutu acompanhou Cleópatra, Rei Artur e Ulisses em suas aventuras e até chegou a viajar para a lua. Nos desenhos mais recentes foram acrescentados um assistente, que por vezes agia como herói, noutras como vilão, chamado G. Oscar Boom; depois uma nova assistente juntou-se, chamada Ava.



















CONDORITO  156       

CHILE         

EDITORA TELEVISA         


2005       




Em  formato 20,5 x 27,5 , colorido e 66 páginas.   Lançado em 09 de Dezembro de 2005 , no Chile.


Condorito é uma tira em quadrinhos criada pelo cartunista chileno René Ríos, conhecido como Pepo. Estrelada por uma personificação antropomórfica de um condor que habita uma cidade fictícia chamada Pelotillehue — estereótipo de diversas cidades provincianas chilenas - a obra é extremamente popular por toda a América Latina hispanófona, onde passou a fazer parte da cultura popular geral, apesar de sua origem chilena. Publicado pela primeira vez em 6 de agosto de 1949, ao longo dos anos tornou-se a história em quadrinhos mais popular no Chile, tendo sido também distribuído na América Latina.

A estrutura do Condorito é extremamente simplista; cada página tem uma piada independente, sem qualquer continuidade com as outras embora algumas piadas sejam maiores ou menores que uma página. As piadas frequentemente tem uma natureza sexista ou chauvinista, e alguns dos detalhes dos desenhos retratam de maneira caricatural os sexos; porém o humor da tira costuma ser fundamentado em duplos sentidos que crianças dificilmente podem compreender.

Uma característica peculiar do Condorito é que o personagem que passa por uma situação constrangedora e/ou que serve como "alvo" da piada em determinada tira quase sempre cai para trás ,com apenas suas pernas visíveis, e o resto do corpo fora do quadro , no último quadrinho - embora as tiras mais recentes tenham colocado a vítima da piada olhando para o leitor. Este final clássico das tiras é acompanhado por um som de queda onomatopeico . quase sempre ¡Plop! , que de tempos em tempos é substituído pela exclamação da vítima da piada: ¡Exijo una explicación! ("Exijo uma explicação!"), como uma forma costumeira de dar uma guinada na trama ou um final anticlimático.

Na década de 1980, Condorito teve uma série de curtas animados que foram transmitidos pelo programa ''Sábado Gigante''.  Os episódios tinham música e efeitos sonoros, mas os personagens não falavam. A série foi uma coprodução da Televisión Española e da Television Corporation da Universidad Católica de Chile.

Em 2017, o personagem ganhou um filme de animação digital.

A COP CALLED TRACY   3        

ESTADOS UNIDOS           

EDITORA  ACG – AMERICA’S COMIC GROUP         

1999        




                    Em formato 16,5 x 25,5 , em preto e branco e 34 páginas.


Dick Tracy é um detetive das tiras de quadrinhos e um personagem popular na cultura pop norte-americana. A personagem é um detetive policial difícil de ser baleado, que atira rápido, e muitíssimo inteligente que enfrentou uma grande variedade de, às vezes, vilões grotescamente feios. Dick Tracy foi criado pelo cartunista Chester Gould em 1931 para uma tira de quadrinhos do jornal que também se chamava Dick Tracy. A tira, que estreou em 4 de outubro de 1931, foi distribuída pelo Chicago Tribune Syndicate. Gould escreveu e desenhou a tira até 1977.
Chester Gould apresenta inicialmente em suas tiras a violência urbana refletida em seu tempo e lugar, a cidade de Chicago nos anos de 1930. Gould procurava se manter atualizado, mostrando as mais recentes técnicas de combate ao crime, usava a ciência forense e uma aparelhagem eletrônica mesmo com os casos do detetive geralmente acabando em tiroteio. Nos anos 50 ele abordou temas como a corrupção, delinquência juvenil e a televisão. Nessa época Gould sofreu algumas críticas ao mostrar elementos familiares de Tracy, mostrando-o vivendo de forma ostentatória numa grande casa e sendo proprietário até de um Cadillac. Ele chegou a criar uma história em que Tracy foi acusado de corrupção e explicou suas posses, o que não diminuiu as críticas. Na década de 60, a tira passou por um período "espacial", com Tracy participando de aventuras na Lua e usando naves espaciais de propulsão magnética. Em 1969 foi oferecido à Tracy o posto de chefe de polícia do Vale Lunar, uma comunidade humana da Lua, talvez indicando uma tendência de mudança do personagem para um tipo de "herói espacial". Mas depois que as missões lunares daquele ano revelaram a Lua como um satélite estéril, as tiras retornaram ao ambiente terrestre. Nos anos 1970 Tracy ganhou um bigode (logo descartado) e deixou o cabelo crescer.
Tracy encarava cada episódio como um "Caso", com as tiras mostrando os criminosos cometendo o crime e a posterior perseguição implacável de Tracy. Os vilões eram indiscutivelmente o maior apelo das tiras.
Em outros temas usados, próprios de "filmes noir", Gould reflete sobre como pequenos delitos levam a outros maiores. Os eventos se desenrolam sem controle e mostram como a vida pode ser imprevisível e cruel. As traições se sucedem nas histórias: capangas são mortos pelos empregadores, estes são traídos pelas namoradas e pessoas boas são mortas por estarem no lugar e hora errados.
Nas pranchas dominicais do final dos anos de 1940, Gould incluiu um texto de guia para combatentes do crime amadores ("Dick Tracy's Crimestoppers"), apresentada por Junior Tracy. Esse adendo durou até 1977. Depois foi substituido pela seção das "Galeria dos Vilões" ("Dick Tracy's Rogues Gallery") até ser novamente reintegrado nas tiras atuais por Max Allan Collins.





LOCURAS DE ISIDORO   221         

ARGENTINA           

EDITORA DANTE QUINTERNO            

1986        




Em formato horizontal , preto e branco e 68 páginas , publicada em Outubro de 1986 , na Argentina.

Isidoro Cañones é um personagem fictício dos quadrinhos argentinos, criado por Dante Quinterno. Ele foi criado como um personagem coadjuvante de Patoruzú, mas teve sua própria revista em quadrinhos mais tarde, o que é reimpresso periodicamente. Muitas vezes, o personagem é referenciado como um "playboy", mas apenas com o significado de um homem em busca de lazer e um estilo de vida de alta sociedade, sem referências a sexo. O personagem foi usado em um filme de animação de 2007.   Isidoro seria, desde sua primeira aparição, o representante legal de Patoruzú. A história em quadrinhos foi baseado na dicotomia entre ambos os personagens, com Patoruzú  cheio de virtudes e Isidoro cheio de falhas. Tentativas de Isidoro para roubar dinheiro de Patoruzú ou o estilo de vida de luxo sem trabalhar,aparecem em muitas tramas.
Dante Quinterno,nasceu em Buenos Aires em 26 de outubro de 1909 e faleceu também em Buenos Aires a 14 de maio de 2003,foi um importante autor de quadrinhos argentino, célebre por seu personagem Patoruzú.




DICK TRACY CRIMEBUSTER   3       

ESTADOS UNIDOS        

EDITORA ACG – AMERICA’S COMIC GROUP       

1999        





                         Em formato 16,5 x 25,5 , em preto e branco e 36 páginas.


Dick Tracy é um detetive das tiras de quadrinhos e um personagem popular na cultura pop norte-americana. O personagem é um detetive policial difícil de ser baleado, que atira rápido, e muitíssimo inteligente que enfrentou uma grande variedade de, às vezes, vilões grotescamente feios. Dick Tracy foi criado pelo cartunista Chester Gould em 1931 para uma tira de quadrinhos do jornal que também se chamava Dick Tracy. A tira, que estreou em 4 de outubro de 1931, foi distribuída pelo Chicago Tribune Syndicate. Gould escreveu e desenhou a tira até 1977.
Chester Gould apresenta inicialmente em suas tiras a violência urbana refletida em seu tempo e lugar, a cidade de Chicago nos anos de 1930. Gould procurava se manter atualizado, mostrando as mais recentes técnicas de combate ao crime, usava a ciência forense e uma aparelhagem eletrônica mesmo com os casos do detetive geralmente acabando em tiroteio. Nos anos 50 ele abordou temas como a corrupção, delinquência juvenil e a televisão. Nessa época Gould sofreu algumas críticas ao mostrar elementos familiares de Tracy, mostrando-o vivendo de forma ostentatória numa grande casa e sendo proprietário até de um Cadillac. Ele chegou a criar uma história em que Tracy foi acusado de corrupção e explicou suas posses, o que não diminuiu as críticas. Na década de 60, a tira passou por um período "espacial", com Tracy participando de aventuras na Lua e usando naves espaciais de propulsão magnética. Em 1969 foi oferecido à Tracy o posto de chefe de polícia do Vale Lunar, uma comunidade humana da Lua, talvez indicando uma tendência de mudança do personagem para um tipo de "herói espacial". Mas depois que as missões lunares daquele ano revelaram a Lua como um satélite estéril, as tiras retornaram ao ambiente terrestre. Nos anos 1970 Tracy ganhou um bigode (logo descartado) e deixou o cabelo crescer.
Tracy encarava cada episódio como um "Caso", com as tiras mostrando os criminosos cometendo o crime e a posterior perseguição implacável de Tracy. Os vilões eram indiscutivelmente o maior apelo das tiras.
Em outros temas usados, próprios de "filmes noir", Gould reflete sobre como pequenos delitos levam a outros maiores. Os eventos se desenrolam sem controle e mostram como a vida pode ser imprevisível e cruel. As traições se sucedem nas histórias: capangas são mortos pelos empregadores, estes são traídos pelas namoradas e pessoas boas são mortas por estarem no lugar e hora errados.
Nas pranchas dominicais do final dos anos de 1940, Gould incluiu um texto de guia para combatentes do crime amadores ("Dick Tracy's Crimestoppers"), apresentada por Junior Tracy. Esse adendo durou até 1977. Depois foi substituido pela seção das "Galeria dos Vilões" ("Dick Tracy's Rogues Gallery") até ser novamente reintegrado nas tiras atuais por Max Allan Collins.







CONDORITO  5       
COLECCION 2007            

CHILE       

EDITORA TELEVISA         


2007           



 [
Em  formato 20,5 x 27,5 , colorido e 66 páginas.   Lançado em 2007 , no Chile.


Condorito é uma tira em quadrinhos criada pelo cartunista chileno René Ríos, conhecido como Pepo. Estrelada por uma personificação antropomórfica de um condor que habita uma cidade fictícia chamada Pelotillehue — estereótipo de diversas cidades provincianas chilenas - a obra é extremamente popular por toda a América Latina hispanófona, onde passou a fazer parte da cultura popular geral, apesar de sua origem chilena. Publicado pela primeira vez em 6 de agosto de 1949, ao longo dos anos tornou-se a história em quadrinhos mais popular no Chile, tendo sido também distribuído na América Latina.

A estrutura do Condorito é extremamente simplista; cada página tem uma piada independente, sem qualquer continuidade com as outras embora algumas piadas sejam maiores ou menores que uma página. As piadas frequentemente tem uma natureza sexista ou chauvinista, e alguns dos detalhes dos desenhos retratam de maneira caricatural os sexos; porém o humor da tira costuma ser fundamentado em duplos sentidos que crianças dificilmente podem compreender.

Uma característica peculiar do Condorito é que o personagem que passa por uma situação constrangedora e/ou que serve como "alvo" da piada em determinada tira quase sempre cai para trás ,com apenas suas pernas visíveis, e o resto do corpo fora do quadro , no último quadrinho - embora as tiras mais recentes tenham colocado a vítima da piada olhando para o leitor. Este final clássico das tiras é acompanhado por um som de queda onomatopeico . quase sempre ¡Plop! , que de tempos em tempos é substituído pela exclamação da vítima da piada: ¡Exijo una explicación! ("Exijo uma explicação!"), como uma forma costumeira de dar uma guinada na trama ou um final anticlimático.

Na década de 1980, Condorito teve uma série de curtas animados que foram transmitidos pelo programa ''Sábado Gigante''.  Os episódios tinham música e efeitos sonoros, mas os personagens não falavam. A série foi uma coprodução da Televisión Española e da Television Corporation da Universidad Católica de Chile.

Em 2017, o personagem ganhou um filme de animação digital.




TOM AND JERRY   242       

ESTADOS UNIDOS        

EDITORA GOLD KEY       

1968         




Em formato 17,5 x 25,5 , colorido e 36 páginas , lançado em Novembro de 1968 , nos Estados Unidos.


Tom e Jerry é a mais tradicional e influente série de curta-metragens de cinema criada por William Hanna e Joseph Barbera para a Metro-Goldwyn-Mayer, cujo tema é a eterna rivalidade entre o gato Tom e o rato Jerry.

O centro da trama se baseia geralmente em tentativas frustradas de Tom de capturar Jerry, e o caos e a destruição que se segue.

Tom raramente consegue capturar Jerry, principalmente por causa das habilidades do engenhoso ratinho, e também por causa de sua própria estupidez. As perseguições eram eletrizantes e sempre vinham acompanhadas por boa trilha sonora. Também eram utilizadas diversas armadilhas e truques que no final não davam resultado satisfatório, como bombas e ratoeiras, coisas que eram fundamentais na rivalidade entre o gato e o rato. Alguns personagens também marcam presença na trama, como o bulldog Spike , o rival de Tom, o gato Butch , o ratinho Espeto e o cão trapalhão Droopy.